segunda-feira, 30 de novembro de 2020
1. A Criação
No começo do mundo a terra era sem forma e vazia. Apenas trevas, por toda parte. Então Deus disse:
- Que haja luz!
E houve luz. A claridade foi separada da escuridão. E Deus chamou a claridade de dia. E chamou a escuridão de noite.
No segundo dia, Deus disse:
- Haja firmamento no meio das águas.
E chamou o firmamento de céu
No terceiro dia, Deus disse:
- Ajunte em um so lugar as águas e aparece porção seca.
E chamou a porção seca de terra e o ajuntamento de águas de mares. E viu Deus que era bom. E disse Deus:
-Cubra-se a terra de vegetação: plantas que deem sementes e árvores cujos frutos produzam sementes de acordo com as suas espécies". E assim foi.
No quarto dia, Disse Deus:
- "Haja luminares no firmamento do céu para separar o dia da noite. Sirvam eles de sinais para marcar estações, dias e anos, e sirvam de luminares no firmamento do céu para iluminar a terra". E assim foi.
Deus fez os dois grandes luminares: o maior para governar o dia e o menor para governar a noite; fez também as estrelas.
Deus os colocou no firmamento do céu para iluminar a terra, governar o dia e a noite, e separar a luz das trevas. E Deus viu que ficou bom.
Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o quarto dia.
Disse também Deus: "Encham-se as águas de seres vivos, e voem as aves sobre a terra, sob o firmamento do céu".
Assim Deus criou os grandes animais aquáticos e os demais seres vivos que povoam as águas, de acordo com as suas espécies; e todas as aves, de acordo com as suas espécies. E Deus viu que ficou bom.
Então Deus os abençoou, dizendo: "Sejam férteis e multipliquem-se! Encham as águas dos mares! E multipliquem-se as aves na terra".
Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o quinto dia.
E disse Deus: "Produza a terra seres vivos de acordo com as suas espécies: rebanhos domésticos, animais selvagens e os demais seres vivos da terra, cada um de acordo com a sua espécie". E assim foi. Depois de tudo que havia criado, Deus achou que ainda faltava um ser que pudesse pensar e agir de maneira inteligente, tendo consciência do que estava fazendo no mundo. E então criou o homem. Só depois disso, no sétimo dia, é que Deus descansou.
O homem que Deus havia criado recebeu o nome de Adão. E Adão foi incumbido por Deus de dar nome a todos os bichos da terra, do mar e do ar.
Adão vivia no paraíso terrestre, o Éden, que Deus havia criado para ele, com tudo o que era necessário para sua existência.
Mas estava faltando alguma coisa. Ou seja, alguém com quem Adão pudesse conversar e dividir suas emoções e pensamentos. Outro ser, parecido com ele. Então Deus disse:
- Não é bom que Adão fique sozinho.
Então Deus resolveu criar para ele uma companheira.
Assim, Deus fez a mulher, para ser a companheira do homem. Ela recebeu o nome de Eva.
Adão e Eva levavam uma vida regalada no paraíso, onde havia árvores com frutos suculentos para alimentá-los.
E viu Deus que isso era bom!
sábado, 21 de janeiro de 2017
A menina que falou a verdade
Uma vez, há muito tempo, uma linda menina brincava com tranqüilidade que tão bem caracteriza o espírito infantil. Sua mãe, da janela onde tecia um tapete, vigiava com indizível ternura seu rico tesouro ao qual dedicava tanto amor! De repente, ao longe, nuvens de poeira levantavam-se como que anunciando a chegada de apressados visitantes. O olhar calmo e meigo, da mãe bondosa, tornou-se aflito quando divisou tropas de estrangeiros dominadores de sua raça.
- Ó filha, esconde-te – diz a mãe. Avisarei teu pai que os soldados estrangeiros se aproximam. Que desejarão eles, agora? E, tomada de aflição e medo, entrou à procura do marido.
Enquanto isto, a pequenina de olhos pretos, bem pretos e brilhantes, hesitava entre o desejo de esconder-se e a curiosidade de ver de perto soldados uniformizados e tão estranhos. A curiosidade venceu-a e ali se quedou, sozinha, com olhar inquirido. Foi então que o mais importante dentre os soldados viu-a ali e, achegando-se a ela, disse:
- Não me temes, pequena?
- Não, meu senhor. O meu Deus sempre cuida de mim.
- O teu Deus, menina? Confias, então, muito, n’Ele?
- Oh, muito, meu senhor. Ele nunca deixou de atender-me.
A esta altura, a mãe pressurosa corre à porta e depara a filha entre os soldados. Bruscamente agarra-a, tentando levá-la consigo. – Mulher, diz-lhe o chefe dos exércitos estrangeiros, és nossa escrava, tu e toda a tua raça. Permitirás que eu leve tua gentil e corajosa filha para companheira de minha esposa?
A pobre mãe, aturdida com a pergunta, afasta-se com lentidão, estampando na face grande amargura. Não tinha dúvidas que não lhe seria permitido negar sua filha, uma escravazinha, para o serviço de uma nobre e ilustre dama estrangeira. Preparou a roupa da pequena e os três, ajoelhados na humildade daquela casa pobre, mostraram a riqueza que possuíam – a fé em um Deus verdadeiro que os ouvia e consolava. Levantaram-se tranqüilos, embora tristes pela separação, e ajudaram a pequenina a partir em um dos carros daquele exército.
Agora, numa casa rica, andava a menina, ora a varrer todos os cantinhos daquelas salas esplendorosas, não deixando nem o cisco ficar sob os fofos tapetes; ora a procurar belas flores para adornar o lar de seus bondosos senhores. Ela soubera fazer-se querida pela maneira franca de falar só a verdade, pelo modo cuidadoso com que realizava suas tarefas.
Um dia seus senhores estavam muito tristes. Não havia médico que proporcionasse a cura de seu senhor que era um grande general em sua terra. A menina amava-o e respeitava-o. Lembrou-se então de enviá-lo a um grande homem que poderia curá-lo. O general não hesitou em atender à sugestão da escravazinha. Procurou, com incontida ansiedade, esse grande homem do qual ela lhe falara. Foi realmente curado de uma moléstia julgada por todos incurável! Voltou com o coração a transbordar de alegria por conhecer também uma pequena que sempre falava a verdade, só à verdade!
Amor Suficiente para Todos
Ricardo
podia ouvir o vento frio soprando lá fora e se sentiu muito alegre por ter uma
casa confortável e quentinha. Ele estava observando sua mãe descascando maçãs
para fazer um doce, enquanto alisava seu cachorrinho de estimação que já estava
quase dormindo.
A
mamãe, com todo cuidado tirava a fina casca das maçãs. A casca se enrolava,
enquanto sua faca dava voltas ao redor da maçã. Sua irmã, Sandra, estava bem
perto da mamãe, pegando as cascas antes que tocassem na panela.
-
Eu também quero fazer isto – disse Ricardo, enquanto chegava mais perto da
mamãe. – A próxima casca é minha, não é, mãe?
-
Há cascas suficientes para os dois – disse a mãe – e acho que ainda vai sobrar.
– E ela sorriu para Ricardo.
O
sorriso da mamãe fez com que Ricardo ficasse muito satisfeito. Ele olhou para
ela e sorriu também, e notou que a mamãe estava sorrindo para Sandra.
Neste
momento uma casca de maçã caiu no chão, e Muchinga, a gatinha, pulou em cima
dela.
-
Ó, Muchinga, você é muito malandra! Disse Ricardo se divertindo, vendo como ela
jogava a casca. – Você quer brincar, não é? Está bem, então venha aqui que eu
vou brincar com você.
Ricardo
foi até a sala e encontrou o brinquedo especial e preferido da gatinha, uma
longa fita com uma pequena bola vermelha amarrada na ponta. Ele corria ao redor
da sala puxando fita, enquanto Muchinga procurava caçar a bolinha.
-
Grrr! – resmungou Tuty, o cachorrinho, correndo e tentando agarrar a bola. Ele
havia acabado de acordar e queria entrar na brincadeira. Mas, Muchinga não
gostou da história, levantou suas costas e seu pêlo, e... arranhou o Tuty. Este
por sua vez, latiu, latiu e deu uma patada em Muchinga.
-
Que aconteceu. Venham aqui vocês dois – disse Ricardo, sentando entre eles e
gentilmente agradando cada um. – Não se preocupem. Nós podemos brincar todos
juntos. Eu gosto de cada um da mesma maneira.
Pouco
tempo depois tanto o cachorrinho quanto à gatinha, estavam dormindo, e Ricardo
voltou para a cozinha. Sandra continuava ajudando a mãe a colocar as maçãs numa
panela grande.
-
Eu quero fazer isso – disse Ricardo, tentando alcançar a panela.
-
Há lugar suficiente para os dois, e muitas maçãs também – disse a mãe. E desta
maneira Ricardo e Sandra se revezavam ajudando até que a panela estava bem
cheia.
Quando
as maçãs estavam fervendo em cima do fogo, Ricardo olhou para a mamãe e
perguntou:
-
De quem você gosta mais, mãe, de Sandra ou de mim?
Ele
esperou ansioso pela resposta. Sandra ouviu o que Ricardo tinha perguntado, e
veio para perto para ouvir o que a mamãe iria responder.
Ricardo
ficou muito surpreso pelo que a mãe fez então. Ela sorriu, sentou-se, e colocou
um braço ao redor de Ricardo e o outro braço ao redor de Sandra.
-
Ricardo – ela disse – eu vi você brincando com seu gatinho e com o seu cachorrinho.
De
qual dos dois você gosta mais?
-
Oh, gato e cachorro são diferentes – respondeu Ricardo. – A gatinha é branca e
macia, tem lindos olhos azuis. Tuty é todo crespinho e preto, e tem um nariz
comprido e bonito. Eu não gosto mais de um do que do outro.
-
Bem – disse a mãe – Sandra é uma menina, com longos cabelos e olhos escuros.
Você é um menino, tem cabelos curtos e olhos azuis. Vocês são ambos meus
filhos, e eu amo a cada um da mesma maneira. Tenho amor suficiente para os
dois, e ainda tem mais amor sobrando.
Ricardo
se sentiu muito bem ao ouvir isto. Sandra também estava sorrindo.
-
E sabem – acrescentou a mamãe – Deus nos ama da mesma maneira também. Ele tem
muito amor por cada pessoa neste mundo.
-
Assim como maçãs – riu Ricardo. – Suficiente para todos, e algumas de sobra.
Deus
nos ama muito mesmo – ama a cada um de nós. Vamos lhe dizer “Muito Obrigado”
por nos amar tanto e por ter feito um mundo tão maravilhoso onde podemos viver.
O Custo de uma Desobediência
Era
uma vez dois meninos muito bons amigos. Chamavam-se João e Santiago, e como
estavam sempre juntos, assistiam ambos a uma escola situada no cume de uma
colina.
Próximo
dos terrenos para brinquedos da escola havia um extenso terreno baldio onde
tinham sido realizadas escavações para certas minas. Foram descobertos minérios
valiosos a uma grande profundidade, e tiradas muitas pedras para a superfície
para passá-las pelas máquinas que separavam o minério das escórias.
Os
mineiros trabalharam nisto durante muito tempo, até que finalmente não havia
mais minério e o trabalho terminou. Foram tiradas todas as ferramentas dos
poços e das galerias subterrâneas, e a maquinaria foi levada para onde havia
novas minas. A água começou a encher os túneis, uma vez que foram tiradas as
bombas. As chuvas também contribuíram para encher os poços, até que a água
quase chegou à superfície.
Uma
ordem muito severa da escola era que nenhum menino devia pisar nesses terrenos.
Numa
tarde, depois que terminaram as aulas, ocorreu a Santiago uma idéia que lhe pareceu
brilhante. Para a maioria das crianças, há prazer na variação de suas
atividades, de modo que Santiago disse a seu amigo:
-
Joãozinho, vamos tomar um caminho de atalho para nossa casa.
Joãozinho
pensou que isso seria interessante, e o acompanhou. O caminho do atalho passava
pelo terreno onde haviam trabalhado os mineiros, porém os meninos esqueceram-se
do regulamento da escola.
Foi
muito divertido ir para casa por um caminho diferente. Santiago escondeu-se
atrás de um montão de pedras, e Joãozinho tratou de procurá-lo. Logo pararam
para examinar o que havia ao redor de um velho poço. Jogaram pedras ao seu
interior para ouvir como golpeavam contra a água.
Mais
adiante viram um despenhadeiro e um lugar bastante bom para nadar, porém fazia
frio. Fizeram esforço para subir a um grande montão de escórias de cujo cume
podia ser vista grande parte da cidade e até os campos de muito longe.
Outra
tarde os meninos detiveram-se para brincar ao redor de um poço.
Santiago
correu até muito perto da boca, tropeçou e caiu de cabeça nas águas turvas.
Quando voltou à superfície procurou agarrar-se a madeiras podres que flutuavam
no pólo. João não podia alcançar o seu amigo com a mão e não tinha corda para
jogar-lhe. Gritou-lhe que ia, em busca de auxílio, e saiu correndo.
Alguém
chamou pelo telefone o corpo de bombeiros. Imediatamente chegaram os caminhões
com suas sirenas; veio também o grande caminhão com escadas. Joãozinho indicou
aos homens onde tinha caído Santiago, porém agora não podia ser visto.
Os
homens começaram a usar cordas e ganchos para tirar o menino.
Logo
se espalhou pelo povoado a notícia de que havia acontecido um acidente, e
vieram mineiros de todas as partes para ajudarem a procurar. Chegou a noite,
mas os homens, com o auxílio de algumas pequenas luzes, continuaram trabalhando,
ainda que sem resultado.
No
dia seguinte outros homens estenderam cabos para as luzes elétricas e a força
do motor. Foram instaladas duas grandes bombas, que imediatamente começaram a
funcionar, tirando milhares de litros de água que lançavam em um ribeiro ao pé
da colina.
Lentamente
foi baixando a água do poço. No interior deste foi construído um andaime para
que os homens pudessem trabalhar melhor. Passaram-se vários dias.
As
grandes bombas continuavam funcionando, e os homens lutavam dia e noite.
Bem
no fundo do poço foi encontrado o corpo do menino. Tiraram-no imediatamente,
levaram-no para uma ambulância que esperava, porém era demasiado tarde. Este
caso triste mostra-nos que os meninos devem atender ao conselho de seus pais e
professores e obedecer-lhes sempre.
Perdidos
A
senhora Barbosa estava muito admirada...
Mais
alguns longos minutos se passaram e então Lauro falou:
-
Não estamos adiantando caminho, mamãe. Estamos perdidos. Aqui está o velho
tronco de novo. Com esta são três vezes que passamos por aqui. Estamos fazendo
círculos. Eu não quis dizer isso antes porque não queria atemorizá-la. Mas
creio que precisamos parar.
-
Eu sabia que estávamos perdidos, disse Janete. Notei que havíamos passado por
aqui, por este velho tronco, já duas vezes. Que caminho tomará agora?
-
Sim, eu estava certa de que estávamos perdidos, mas julgava que pudéssemos
atravessar este capão se continuássemos, retrucou a Sra. Barbosa. Estou muito
preocupada!
-
Mamãe, aventurou Lauro, com expressões de esperança. A senhora se recorda da
história que nos contou na semana passada, do missionário que estava perdido e
orou a Deus pedindo que o ajudasse a encontrar o caminho? A senhora contou que
ele assim que acabou de orar começou a andar e encontrou o caminho. Deus o
ajudou.
Vamos
orar nós também?
E
assim os três se ajoelharam e cada um fez uma curta oração, pedindo a Deus que
os ajudasse a achar o caminho.
Acabaram
de orar e já era escuro. Lauro segurou a mão da mãe e a da irmãzinha e
começaram a andar, por entre os arbustos e macegas daquele capão escuro.
Não
haviam andado muito quando Lauro exclamou, cheio de satisfação:
-
Olhem lá uma luz!
-
Mas não é nenhuma casa, respondeu a mãe, pois não há moradores aqui por perto.
Deve ser alguém, andando. Vamos ver se o alcançamos.
-
A lanterna está balançando e não sai do lugar. Vamos ligeiro até ela, disse
Lauro.
Quando
chegaram bem perto da luz puderam observar que se tratava de três homens que
estavam de passagem. Haviam parado ao ouvir vozes.
-
Podem dizer-nos onde estamos? Perguntou a Sra. Barbosa.
Os
homens explicaram onde se encontravam e ofereceram-se para guiá-los até a
estrada. Quando chegaram ao caminho reconheceram-no e rumaram para casa.
Andaram um pouco mais no escuro e logo avistaram a luz de casa.
-
Espero que vovô tenha deixado alguma comida quente para nós, disse Janete, que
sentia bastante fome, agora que passara todo o temor.
-
É mesmo, pois estou até fraco de fome, respondeu Lauro.
-
Para mim, o melhor é poder ver nossa casinha já bem perto, falou a Sra.
Barbosa.
-
Estivemos perdidos, vovô, disse Janete assim que entrou em casa.
-
Eu estava mesmo imaginando, respondeu o avô. E continuou: vocês devem ter ficado
até muito tarde na roça!
-
É verdade, concordou a Sra. Barbosa.
-
Mas, vovô, nós oramos e Deus nos ajudou a achar caminho. Não foi bom termos
orado? Perguntou Janete.
-
Orar é sempre uma boa coisa, queridinha. Deus sempre nos mostra o caminho de
casa. E não somente o caminho desta casa, mas o caminho do lar celestial,
respondeu o avô, em tom amorável de voz grave, ao mesmo tempo em que punha
sobre a mesa o alimento quentinho e cheiroso.
domingo, 6 de março de 2016
Dinâmica das Palavras Proibidas
Palavras proibidas
Tema: Egocentrismo, amor ao próximo
Objetivo: Pensar primeiramente nos outros
Material necessário: uma caixa de clipes ou bolinhas de gude.
Desenvolvimento:
Entregue seis ou mais clipes/bolinhas a cada pessoa. Todos os participantes têm como objetivo aumentar o número de clipes/bolinhas que possuem. Durante determinado tempo, devem conversar entre si, procurando conhecer uns aos outros (atividades, família, preferências pessoais, estudos e etc). Cada vez que alguém mencionar as palavras “eu”, “meu”, “minha” deve entregar um clipes/bolinha ao seu entrevistador. Quem perder todos os clipes/bolinhas será eliminado. Vence quem estiver com o maior número de clipes/bolinhas quando o prazo se esgotar.
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A natureza humana possui uma tendência egocêntrica que se evidencia nos mais diversos aspectos. Em contraste, a Palavra de Deus nos exorta a pensar primeiramente nos outros (Filipenses 2.1-4)
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